APÓS ANOS DE EMBARGO, PROJETO MINHA CASA MINHA VIDA TORNA-SE POSSÍVEL EM GUAJARÁ-MIRIM

A despeito de notícias infundadas levadas ao ar no início da semana através de um sítio digital da Internet que de forma irresponsável divulgou factóides de autoria não confiável, tecendo boatos com o intuito de boicotar os trabalhos da Secretária de Assistência Social, Lucila Socorro e de sua filha, a Coordenadora Municipal dos Programas Sociais, Gigliane Oliveira, a reportagem procurou as agentes públicas para ouvi-las a fim de dissipar dúvidas a respeito da celeuma que provocou a matéria.

Professora Lucila Socorro, Secretária SEMTAS.

O teor da denúncia pautada na redação da postagem dava conta de que coisas no mínimo estranhas estariam ocorrendo no programa do governo federal Minha Casa Minha Vida sob condução da Secretaria de Assistência Social em Guajará-Mirim. E mais: que a Câmara Municipal requereu na segunda-feira (13), pedido de abertura de uma CPI para apurar tais coisas estranhas na Secretaria.

Mas a história não é bem assim. As denúncias, apesar de pesadas, não tem nenhuma evidência. Na gravação da sessão plenária da Casa de Leis não consta os nomes das pessoas arroladas neste vendaval de equívocos. Muito menos há registro documental de pedido de criação de Comissão Especial para investigar possíveis desvios no Programa.

Ao se pronunciar sobre o assunto, a coordenadora dos programas sociais da prefeitura, explicou que o projeto do Governo Federal iniciou sua etapa municipal no ano de 2012, mas por conta de irregularidades na empresa licitada, estava sob embargo desde 2014. Graças aos méritos da Secretária de Assistência Social, da coordenadora dos programas sociais e até do próprio prefeito, retomou-se o projeto. O programa visava a entrega de 50 casas em sua fase de embrião. Nenhuma foi entregue no período. Em apenas um ano e alguns meses da Administração Cícero Noronha já foram entregues 30 unidades habitacionais.

De acordo com a secretária Lucila Socorro, não há como haver desvios, uma vez que o programa é todo executado pelo Governo Federal, nenhum processo é montado na cidade. Importante programa de inclusão social , o Projeto Minha Casa Minha Vida garante cidadania para as pessoas mais carentes cuja seleção de critérios depende da aprovação do Ministério das Cidades através de cadastros de famílias que realmente precisam.

Já para a Coordenadora Municipal dos programas sociais, Gigiane Oliveira, sua maior satisfação é assistir a alegria visível nos semblantes de todos os que já se beneficiaram com os efeitos positivos do programa em suas vidas. Gigliane não consegue entender o porquê de tanta perseguição aos trabalhos tanto dela como de sua mãe neste âmbito setorial.

Ao final da matéria, a coordenadora fez questão de colocar em destaque que medidas cabíveis estão sendo tomadas por parte das pessoas que foram citadas na postagem do veículo de mídia com o objetivo de que se informe melhor a respeito daquilo que deseja divulgar para que não mais cometam atropelos que possam vir a denegrir a imagem de pessoas que possuem história de vida e nome a zelar na cidade.]

Fonte: Assessoria